Relatos



Quem ama educa.

Ao olhar um navio no porto, imaginamos que ele esteja em seu
lugar mais seguro, protegido por uma forte âncora.
Mal sabemos que ai está em preparação, abastecimento e
provisão para se lançar ao mar, do destino para o qual foi criado,
indo ao encontro das próprias aventuras e riscos.
Dependendo do que a força da natureza lhes reserva, poderá ter
que desviar da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos.
Certamente retornará fortalecido pelo aprendizado adquirido, mais
enriquecido pelas diferentes culturas percorridas. E haverá
muita gente no porto feliz à sua espera.
Assim são os filhos.
Estes têm nos pais o seu porto seguro até que se tornem independentes.
Por mais segurança, sentimentos de preservação e de manutenção
que possam sentir junto aos seus pais eles nasceram para singrar
os mares da vida, correr seus próprios riscos e viver suas
próprias aventuras. Certo que levarão consigo os
exemplos dos pais, o que eles aprenderam e os conhecimentos
da escola, mas a principal provisão, além das materiais,
estará no interior de cada um:

A capacidade de ser feliz.

Sabemos, no entanto, que não existe felicidade pronta, algo que
se guarda num esconderijo para
Ser doada, transmitida a alguém.
O lugar mais seguro que o navio pode estar é o porto. Mas ele não
foi feito para permanecer ali.
Os pais, também, pensam que sejam o ponto seguro dos filhos,
mas não podem se esquecer do dever de prepará-los para navegar
mar a dentro e encontrar o seu próprio lugar, onde se sintam
seguros, certos de que deverão ser, em outro tempo este porto
para outros seres.
Ninguém pode traçar o destino dos filhos, mas deve estar
consciente de que na bagagem devem levar valores
herdados como:

humildade, humanidade, honestidade, disciplina,
gratidão e generosidade.

Filhos nascem dos pais, mas devem se tornar
cidadãos do mundo.

Os pais podem querer o sorriso dos filhos, mas não
podem ser felizes por eles.

A felicidade consiste em ter um ideal a buscar
e ter a certeza de estar dando passos firmes no
caminho da busca.

Os pais não devem seguir os passos dos filho e nem devem
estes descansar no que os pais conquistaram.
Devem os filhos seguir de onde os pais chegaram,
de seu porto, e, como os navios, partirem para as próprias
Conquistas e aventuras.
Mas, para isso, precisam ser
preparados e amados, na certeza de que:

“Quem ama educa”
“Como é difícil soltar as amarras”

autor desconhecido
   Texto do sr. Fernando Martins.

Janeiro do 2013.            Eiichi Sago.







Kuma Rajiva.

Sr. Kuma Rajiva é famoso como tradutor de sutra de lótus da língua indiana para chines. Entretanto o desejo da senhora mãe seria de sr. Kuma Rajiva quando crescer tornasse como divulgador do budismo bom e eficiente em fazer chakubuku.

Ele nasceu em século 4, no país chamado Kiji.  Localisado entre Índia e China.  Conforme foi ensinado e treinado por sua mãe ele cresceu forte e inteligente. Usando sua inteligência converteu muitas pessoas aos verdadeiros  ensinamentos do buda.  Viajou longas distâncias, procurando aprender, divulgando o budismo verdadeiro da época. 

Sr. Suri Yasoma um dos eruditos famosos da época, viu que Kuma Rajiva possui uma missão de transmitir os ensinos do buda aos países de nordeste da Índia. Aceitando sugestão do seu mestre, Kuma Rajiva determinou no seu coração, irá divulgar os ensinos do Buda à China, um grande país.

Mas, encontrou grandes dificuldades, porque foram provocadas guerras na região. Por isso demorou muito e finalmente conseguira entrar na cidade de Chan An, capital da China na época, ele já tinha 57 anos.

Quando chegou na capital chinesa ele começou trabalhar com grande velocidade, os traduções de muitos volumes das sutras. Ouvindo fama do Kuma Rajiva  os jovens capacitados da China de várias regiões, voluntáriamente vieram reunir junto com o Kuma Rajiva para participar do grande empreendimento de traduções.

“Se não tiver nenhum erro nas minhas traduções, após a minha morte meu corpo se queime, mas, a minha língua permanecerá intacta.” As pessoas que ouviram esta profecia todos desejaram morrer aós o sr. Kuma Rajiva.  As profecias dele realmente aconteceu.

Até hoje, as traduções do Kuma Rajiva estão sendo utilizadas amplamente no mundo inteiro. Capítulos Hoben e Juryo da Sutra de Lótus que nós utilizamos todos os dias no gongyo, também são da tradução do Kuma Rajiva.

Nossos trabalhos também são quase parecidos do sr. Kuma Rajiva, Divulgando o budismo verdadeiro no meio das pessoas, traduzindo as partes que difíceis de entender, à linguagem mais fáceis de compreender.

Gosho do Nitiren Daishonin  na sua totalidade, esta sendo traduzido em português, vamos torcer para que ficasse pronto como as traduções da kuma Rajiva.

Está ai!  A vida da pessoa que eu respeito muito, fora os budas, na história mundial do budismo, é um dos melhores Senpais para mim.

Julho de 2012.   Com todo respeito e homenagem a ele,   Eiichi Sago.

 

As Cores da Soka Gakkai

O grande estudioso do budismo Kumarajiva viveu entre 344 e 413. Entre seus feitos foram as suas traduções de ensinos budistas para o chinês. Nessas obras, ele não apenas se dedicava ao aspecto literal mas também aos significados. Ele inclusive classificou cada tipo de flor de lótus. Assim, Utpala é a flor de lótus azul e representa a meditação, Kumuda é o lótus amarelo e significa a natureza da serenidade e o lótus vermelho é Padma, ou seja, a energia da ação.
Interessante observar que justamente essas as cores da SGI oficializadas pelo Presidente Ikeda em 1988 quando da comemoração do Dia 3 de Maio daquele ano. Essas mesmas cores, entretanto, já tinham sido adotadas pela Escola Soka em 1962. O significado delas é inteligência, glória e paixão.

Texto de sr. Sergio Noronha.   Fevereiro de 2013.    Eiichi Sago.

 







Viver ou Juntar Dinheiro ?          Max Gehringer

Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários.
Lá vai:
"Prezado Max, meu nome é Sérgio, tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada:
Quando era jovem as pessoas diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios.
Agora dizem que tenho que escutar os jovens, porque são mais inteligentes.

Na semana passada li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa... Aprendi, por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas, então descobri, para minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário.
Bastava não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária.

É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?

Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis,
 comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
 Por isso acho que me sinto absolutamente feliz em ser pobre.
Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje, aos 61 anos,
não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde.
 Portanto, viajar, comer pizzas e cafés, não faz bem na minha idade e roupas, hoje, não vão melhorar muito o meu visual!

Recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que eu fiz.
 Caso contrário, chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro em suas contas bancárias, mas sem ter vivido a vida".

"Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço."

Março de 2013.          Eiichi Sago.







União faz a força.
Saleiros na altura
No cordilheiro de Andes, Perú.  Mais de 3,100 metro de altura, existem 3,234 horta de saleiros.
Por que horta de sal no meio das montanhas altas?  Porque, nos tempos antigos alí era um mar. Depois, com muito tempo, foi levantando atual cordilheira.  Depois que  água secou,  o sal que está nas pedras estão dissolvendo das neves  e tem água salgada no alto da montanha.   E as pessoas da aldeia conduzem esta água nas hortas e seca água e produz sal.
Todas as famílias da aldeia trabalham desde 600 anos atrás, da maneira antiga tradicional de Império Inca. Cada um deles são proprietários de alguns pedaços.  Trabalham da maneira da cultura Inca de cooperação mútua.  Água salgada que é a matéria prima, será distribuída igual para cada horta.  Tempo em tempo fazem consertos e manutenção das hortas de saleiro, trabalhando todos juntos,  assim, eles vieram defendendo e conservando as hortas durante tanto tempo. Agora, mais de 10,000 turistas do mundo inteiro visitam o local, aldeia cobra ingressos, a renda também serão divididas iguais às todas as famílias de aldeia.
Não é que a união faz força?
 
O lugar mais quente do mundo
O local se chama  ¨baixada Afale¨.  Está  no  Etiópia,  África do norte.  Temperatura  ambiente  é ano inteiro de  40 a 50 graus.  Porque cercado de montanha de 2000 metros de altura, e altitude é  -100 metros  abaixo do mar,  está localizado abaixo do equador.  Ainda por cima , o lugar tem mais de  100 fontes de ácido sulfúrico e gás de fósforos. 
Neste lugar difícil de sobreviver, já muito tempo, existe uma aldeia e vivem  as pessoas.   Nesta aldeia, quem recebe primeiro, distribuição de  pouquíssima água existente é a criança e mulher, porque todos devem proteger  os mais fracos. As comidas e outras coisas também, tudo será dividido entre todos.
Os homens da aldeia trabalham cortando no minas de pedra de sal que distante cerca de 5km.  Sob o sol escaldante sem nenhuma proteção de sombra.   Um dos repórteres acompanhou 5 homens que foram trabalhar  naquele dia.  Na hora do descanso, dividiram um pãozinho  que era almoço daquele dia  em 6 pedaços  e  ofereceram  o pedaço maior para o repórter.   E disse porque, a comida é dividida entre todos que trabalharam,  e o repórter ganha maior pedaço, porque ele tem o corpo maior. 
Quando um dos repórteres não agüentando o calor e provocou um  desarranjo  intestinal, não há  qualquer hospital nem médico.  O líder da aldeia levou para pedra grande que formado milhões de anos atrás e fez ele tomar algumas lascas da pedra que era sal especial.   Efeito foi imediato, e o mal se curou rapidamente.  E o líder disse que eles são felizes porque a natureza oferece tudo que é necessário.
Eu achei que se eles, neste lugar extremo de escassez, e  pior circunstância, vivem felizes, ainda agradecendo a natureza, ninguém mais pode reclamar da vida.  Não acham não?
 
Ser humano não vive sozinho. Mesmo em maior dificuldade de circunstância, se tiver companheiros, convivem bem com eles, sobrevivem com as felicidades.
Kosen-Rufu é um empreendimento muito nobre e grandioso.  Portanto você tem que lutar em harmonia e cooperação mútua com os verdadeiros companheiros.
Se você  quiser concretizar um grande resultado na sua organização, você deve recrutar esses companheiros no seu bairro.  Nosso Mestre está dizendo “valor deve achar primeiro, depois, conquistá-los e conscientizá-los .”Se você tiver verdadeiros companheiros e tiver perfeito entendimento e união harmonioso entre vocês,  o que é que vocês não podem  realizar ?
Através de cotidiano do objetivo e as lutas,  vamos ampliar os círculos de equipes e fazer funcionar com perfeita harmonia.
Luta do Kosen-Lufu do Rio de Janeiro  está começando agora  !
Julho de 2012.     Eiichi Sago.
 





 
 


Dificuldade financeira ?

O texto abaixo consta da parte 23 e 24 do capítulo “Luta Conjunta”, volume 25, da Nova Revolução Humana

O líder disse: “Todos os esquemas fáceis de ganhar dinheiro têm falhas e certamente terminam mal”.
Você tenta resolver uma vez, pegando dinheiro emprestado e, quando falha, você se assusta pelo dinheiro que pegou emprestado e começa a procurar maneiras fáceis de conseguir dinheiro. Ao repetir esse ciclo vicioso, você consegue um amontoado de dívidas e acaba falido. Para evitar isso, deve se livrar dessa ingenuidade e da fé dependente e começar com uma nova determinação tanto nos seus negócios quanto na sua fé. Em vez de passar a vida procurando métodos e esquemas de se tornar rico facilmente, você precisa fazer esforços firmes, ser prudente e construir uma base forte ganhando, gradualmente, a confiança dos outros.
Em primeiro lugar, é importante que resolva se dedicar seriamente ao Kossen-rufu e orar ao Gohonzon: ‘Comprometo-me a realizar o Kossen-rufu daqui em diante em Kofu. Para isso, preciso ter uma base financeira estável que me permita participar das atividades da Soka Gakkai e força para provar a grandeza desse budismo’.
Você está apenas praticando o budismo para conseguir dinheiro? Ou está tentando fazer seus negócios terem sucesso para que dessa forma contribua para o avanço do Kossen-rufu? Esses dois objetivos são polos opostos. Todos nós nascemos neste mundo com a missão de fazer Chakubuku nas pessoas em nossa comunidade e sociedade e permitir que todos sem exceção alcancem a felicidade. Quando faz disso um propósito de vida e luta ao máximo na sua fé e prática budista, você é capaz de manifestar a condição de vida dos budas e dos bodhisattvas e experimentar uma força e sabedoria imensuráveis. Seus negócios serão bem sucedidos quando você aplicar toda essa força e sabedoria através do trabalho duro.”
Bito foi forçado a refletir sobre seus equívocos na fé e suas atitudes perante a vida. Com uma determinação de recomeçar na prática da fé e nos negócios, ele iniciou um novo empreendimento. Depois de algumas voltas e reviravoltas ao longo do caminho, ele abriu um restaurante delivery e, lentamente, ganhou a confiança de uma clientela fixa. Ele fez mais de cem Chakubuku. Olhando para trás nos últimos vinte anos, ele relatou sua situação atual para Shin-iti Yamamoto com enorme gratidão.

 Fevereiro de 2013.          Eiichi Sago.

 









Comportamento.

Hobempon 2º.  Está “Nnhoze so” etc. nosso comportamento está expressando  o nosso interior queira ou não queira, tempo todo.

Dirigente sendo exemplo de uma organização, está sendo observado por todos. Se o comportamento dele não for exemplar, a organização não poderia avançar. Por exemplo, Chega na reunião em cima da hora e senta atrás do local,  pior nem entra nela fazendo que ele é especial e etc. Se ele é líder, deve chegar 1º,  sentar nas 1ªs filas, e ouvir as orientações do dirigente com mais atenção. Assim os membros seguem o bom exemplo e a sua organização irá prosperar. Concorda ?

Dizem que : “Quando precisa conhecer os Homem casado, pergunte à mulher dele,  se for rapaz solteiro, à mãe dele”. Os comportamentos revelam as pessoas como eles são.

Existem alguns dirigentes que têm comportamentos duvidosos. Temos que consertar ou expulsar da organização. Porque aqui é a casa do Sensei, não podem bagunçar com os comportamentos!  Concordam?

Fevereiro de 2013.          Eiichi Sago.

 











Bodas de Ouro.  

Como as pessoas mais idosas costumam fazer, o marido respondeu à pergunta com uma história.

 Sua esposa, Sarah, foi à única namorada.

 Ele cresceu em um orfanato e trabalhou muito para conquistar o que desejava.

 Nunca teve tempo para namorar até o dia em que conheceu Sarah.

 Antes que o jovem pudesse refletir, Sarah fez com que ele a pedisse em casamento.

 Depois das promessas feitas no dia da cerimônia nupcial, o pai de Sarah chamou o noivo de lado e entregou-lhe um pequeno presente, dizendo:

 - Dentro deste presente, está tudo o que você necessita saber para ser feliz no casamento!

Nervoso, o jovem noivo rasgou a fita e papel para abrir o presente.

 Dentro da caixa, havia um grande relógio de ouro.

 Ele o pegou com cuidado. Depois de examina-lo atentamente, ele viu no mostrador uma frase que leria, obrigatoriamente, todas as vezes que quisesse saber as horas... palavras que continham o segredo de um casamento feliz:"DIGA ALGUMA COISA BONITA A SARAH!"

 Certo poeta disse:

 A palavra falada é como uma flecha atirada, não volta jamais!

Todos os dias plantamos bênçãos e maldições com os nossos próprios lábios! Palavras tem poder! Poder de ferir, matar e dar vida.

 Se soubéssemos refrear nossos impulsos, se conseguíssemos não nos precipitar quando nos desequilibramos emocionalmente, viveríamos muito melhor.

 Se você planta diariamente palavras negativas em sua vida, em seu trabalho, em seu relacionamento, com certeza colherá misérias...

Pois as palavras que entram pelos ouvidos, vão direto ao coração!

 Na vida, o difícil não é adquirir coisas, mas sim mantê-las.

 Casar é fácil, difícil é permanecer casado.

 Comprar um carro por mais difícil que seja é possível, difícil mesmo é manter os seus custos, e assim por diante.

Para manter um relacionamento conjugal, uma amizade, um emprego, enfim, tudo o que desejamos, é necessário que duas coisas aconteçam:

 Primeira, você deve amar aquilo que queres possuir. Este amor deve ser incondicional.

 Em segundo lugar, você deve "cultivar" este amor.

 Como?

 Plantando belas e doces palavras.

Uma palavra dócil abranda o coração de um tirano!

Coloque no relógio, na tela do celular, no Painel do carro, no cabeçalho do caderno da escola, na escrivaninha, ou onde você achar que deve colocar uma frase que estimule que vivifique.

A propaganda é a alma do negócio.

Então faça uma boa propaganda da sua vida, da sua família, trabalho, e as tuas palavras criarão vida!

 Palavras são profecias atiradas no ar...

Conheço famílias inteiras destruídas pela palavra de um pai ou mãe que simplesmente plantavam maldições em suas casas, dizendo:

 “Minhas filhas vão se perder na vida”... Ou este menino é um "capetinha"... e como resultado, acabam por ser!

 Isto não é estória de carochinha,  é fato verídico!

Texto de sr. Evandir Gioia.      Dezembro de 2012.          Eiichi Sago.

 













Sakuma Shouzan. Politico, estudioso e revolucionário, no fim da época de Samurai no Japão.

Nasceu em 28/02/1811 na província de Nagano, em família de samurai, no fim da era de samurai, época de muitas turbulências.

Na época, o Japão estava muito atrasado em relação aos países estrangeiros, por consequência de 300 anos de politica atrasada de Sakoku (fechamento total do país e proibição de comércio e qualquer intercâmbio com os estrangeiros).

Sakuma Shouzan tinha forte opinião de que o Japão deveria abrir para livre comércio internacional e introduzir os conhecimentos tecnológicos dos estrangeiros. Abriu uma escola chamada “Teki Juku” juntando os filhos de samurais, ensinou culturas europeus, novas tecnologias e novos pensamentos para os jovens da época abrissem olhos para fora do Japão.

Sakamoto Ryouma, Katsu Kaishuu, e muitos outros valores que conduziram revolução japonesa que considerada exemplar, saíram do Teki Juku do Shouzan.

O governo Tokugawa que estava na plena decadência por sua política atrasada, Não entendeu o pensamento avançado de Shouzan. Aprisionou de 1854 a 1864 ao longo de 8 anos. E em 11/07/1864, após liberado foi assassinado por alguns samurais com opiniões anti-estrangeiros.

Sakuma Shouzan deixou uma frase famosa, “Quando você quer iniciar alguma coisa,  os que não fazem nada, levantam se furiosamente contra você.  Você deve atropelar todos opositores e vá em frente !”

Frase que eu admiro e gosto muito !

Janeiro de 2013.          Eiichi Sago.

 

 















Prazer essencial de relacionamentos.

 

Os pais amam filhos, filhos amam os pais. Os pais protegem, defendem , ensinam, encaminham, fazem crescerem os filhos, filhos obedecem, aprendem, mostram gratidões, recompensam tornando valor da sociedade. achamos que são os itens dos relacionamentos entre pais e filhos.

Desde que nasceram nossos filhos em nossa família, nós decidimos que vamos nos aprender e crescer juntos com os nossos filhos.

Porque, ser pais, são umas experiências que não havia em nossos repertórios, era umas novidades e tantos.

Quando nossos filhos crescerem de bebês às crianças, também eram novas experiências para nós pais.

Depois serem adolescentes, adultos, casados, e tornaram pais dos nossos netos... Todo caminho de crescimentos deles foram novas experiências maravilhosas para nós.

Hoje, eles cresceram adultos e ficando os valores  em dentro e fora da organização, dando para nós maiores alegrias e felicidades.

Com esta visão, até os problemas e obstáculos nos caminhos da educação dos filhos e das nossas vidas, foram fontes das nossas felicidades.

Graças a esta visão, pudemos curtir e crescer muito as nossas vidas, junto com eles.  

Obrigado, e muito obrigado, nossos filhos.

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Agora, com tempo de prática que temos, tornemos senpais de algumas pessoas. Estamos sentindo que não é que senpai que ensina, ajuda defende, e encaminham os koohais, estes relacionamentos  também é recíproca, as fontes de crescimentos dos senpais.

Na nossa vida real, temos um dos nossos koohais que são  jovem casal de praticantes, têm primeiros cargos na organização.

Quando encontramos pela primeira vez,  eles estavam sofrendo muito com problemas da organização:

 Membros problemáticos, dirigentes negligentes, poucos comparecimentos, reuniões de baixas qualidades, nada de chakubuku, baixo moral na organização, morosidade de solucionar os problemas, e etc. são aquelas problemas comuns que vocês já sabem.

Como vieram nas  nossas mãos, orientamos com muitas intensidades, usando todos nossos conhecimentos, experiências e poucas capacidades e sabedorias também.

Para nossas surpresas, eles conseguiram realizar novos chakubukus, levantaram muitos inativos, afastados. E dirigentes superiores que ignoravam problemas da organização deles começaram ajudar, aparecendo frequentemente na organização deles, eles cresceram como dirigentes, como gente, começando aparecer muitos benefícios, tudo isso apenas em questão de 2 meses ! A organização está cheio de moral. Claro que são jovens, inexperientes que ainda tem muitos que aprender e aperfeiçoar. Entretanto, nós nunca vimos umas rápidas reações e respostas como eles deram. Achamos são melhor exemplo de discípulos do Sensei.

E com tudo isso, nós também aprendemos bastante!

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Shitei funi.(unicidade de méstre e discípulo) é uma das bases da prática do budismo de Nitiren Daishonin. Significa que não é só mestre ensina e discípulo só obedece e realiza.  Estando  nos  mesmos lugares, com mesmas visões, mesmos objetivos, lutam juntos lado a lado e realizamos vitórias juntos.

A coisa mais sagrado do budismo de Nitiren Daishonin é Sandai Hihoo.( três grandes leis secretas). São, Honmon no Honzon, Honmon no Kaidan, Honmon no Daimoku.

Honmon no Daimoku são nossas práticas.  Olhe!  desde quando as práticas dos seguidores  entram nas coisas mais sagradas de uma religião? Não há nenhum lugar do universo, desde remoto passado, em nenhuma religião, isto  aconteceram! Por aí, percebe-se as práticas do budismo de Nitiren Daishonin não é unilateral, muito pelo contrário, mais democrático possível.

Isto mostra que própria base do budismo de Nitiren Daishonin é o budismo de Shitei Funi, não?

Também, Nitiren Daishonin disse: “Se, um mestre juntar maus discípulos, ele vai cair ao inferno de incessantes sofrimentos, junto com estes maus discípulos”.

Também não é a frase prova de reciprocidades de responsabilidades é  Shitei Funi?

Conclusão, discípulos escolhem o mestre. Mestre também tem que  escolher os discípulos.  Senão, pode ser até perigoso.

Koohais escolhem os senpais, senpais também escolhem os koohais. Senão perigosos também?

É difícil não? Já que custam tanto para achar um bom senpai e koohai também, vamos tirar máximo de proveito, colocando em práticas todas as coisas que aprendermos.

E vamos viver todos felizes! Mestre, Discípulos, Senpais e Koohais!  Viva!!!

Outubro de 2012.          Eiichi Sago.

 

 

 















Célula IPS.  Dr. Shinya Yamanaka. (Mistérios da vida).

Dr. Shinya Yamanaka do Japão, Prêmio Nobel da medicina no ano de 2012, recebeu o prêmio por descoberta da criação de nova célula humana que pode transformar qualquer parte do corpo humano.

Esta descoberta da célula nova,  possibilitará os avanços da medicina contemporânea e criações de novos remédios para as doenças incuráveis até então.

Dr. Yamanaka disse. “Apesar de avanço dos diversos campos da medicina moderna, Os que chegaram aos conhecimentos humanos, ainda, são uns pontinhos do enorme Ice Berg. Por exemplo, as lagartixas e outros seres inferiores possuem enormes forças de recuperar e renascer os órgãos perdidos. Seres humanos perderam esta capacidade de recuperação dos órgãos nos longos caminhos de transformação e desenvolvimento, mas, ainda tem estes vestígios. Só descobrir através de estudos, suposições e experiências.”

Estas palavras do sábio cientista que trouxe nova revolução na medicina, mostram mistérios do universo e veracidade do budismo.

Recuperação de doenças incuráveis por oração, não seria outro exemplo  não ?  

Outubro de 2012.          Eiichi Sago.

 

 















Bons senpais que tivemos.
Eu tive boa sorte de que estava cercado de vários bons senpais desde início da minha prática.
Meu apresentador, Matsunosuke Takagui, veio em minha casa de Tokyo todos os primeiros 7 dias no início, para ensinar o gongyo antes e depois do trabalho dele, 2 vezes por dia.
Meu grupo tyo, Sr. Haguiwara. Abria um sorriso enorme, quando ralamente compareci na reunião do DMJ do Japão, devido ao meu trabalho noturno.
Meu butyo, Sr. Sonobe. Tinha um butsudan enorme que ocupava na sala inteira, fazia gongyo no corredor.
Fundador e líder do Ongakutai. Sr. Shiguetake Arishima era pianista e compositor. Muito inteligente e tinha vasto conhecimento de todas as coisas. Explanação de gosho era algo muito extra  ordinário, deixava a gente no estado de êxtase, e sabia fazer explanação em qual quer minutos pre’ estabelecidos. Ele era meu ídolo, Queria tornar um homem como ele.
Acho que todos eles que já eram idades bem maior que eu, tiveram sensações de serem meus tios.
Já no Brasil, na ocasião do 1º festival cultural no teatro municipal de São Paulo, Eu era coordenador de palco e líder do coral da DMJ.  No dia do ensaio geral o coral ainda não estava bom, daí a Sra. Kashiwabara. Uma DF. Veterana que veio do Japão fazendo parte da comitiva do Sensei, gritou do fundo do teatro. “Sago san!  Você é o culpado deste fracasso, faça alguma coisa que presta!”  Diante de um público grande. Com essa bronca publica, os DMJs  Levantaram e consertaram rapidinho o coral  inteirinho que estava sem brilho,  sem força de uma só vez.
Esta mesma senhora na ocasião da outra visita ao Brasil, deu bronca para a minha esposa Elza, dizendo “ Você está desejando que a sua sogra morra, quanto antes não é? ” Elza perdeu o chão. Neste instante criou uma profunda decisão de que tornaria a melhor nora do mundo e assim ela o fez.
Sr. Midori Haino, 1º funcionário da sede do Rio de Janeiro enviado do Japão. Na época do KK Vila Mariana, cuidou muito bem de DJ que ainda não sabia das muitas coisas do budismo e da organização. Sempre dizia, “Não seja Daiba datta no caminho do Kosen- Rufu”.
Budismo é sempre batalha entre o bem e do mal. Neste confronto alguém de shinjin fraco, acaba representando o mal, tentando atrapalhar a organização. Portanto, ele chamava atenção dos jovens frequentemente.
Sr. Hiroi era  Um funcionário que foi enviado de Seikyo Shinbun. Ele me respeitava muito pelo meu conhecimento do kyogaku. Ajudou muito o avanço do Kosen-Rufu e dos jovens atualmente trabalha no Japão, sendo editor chefe da revista Daibyaku Rengue.
Sr. Julio Kosaka, Já conhecido presidente da BSGI. Meu companheiro desde a época de jovens. Homem sereno de poucas palavras, tem calma e paciência fora do comum, possui forte alto-controle, Apesar de mais novo que eu, menos tempo de prática, mas, parece que mais velho e mais japonês. Um dos budistas que eu gosto e confio muito. Torço muito de que ele possa conduzir BSGI, cada vez melhor e mais forte.
São meus espelhos. Tenho muita saudade de todos eles.
Novembro de 2012.          Eiichi Sago.
 
 

















Confúcio.
Sra. Wlaisa Fior, minha amiga, achou uma frase do Confúcio,  “Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, e depois perdem o dinheiro para a recuperar.Por pensarem ansiosamente no futuro,  vivem como se nunca fossem morrer, e morrem como se não tivessem vivido...”

Eu me identifico perfeitamente a visão da sra. Wlaisa  de achar esta frase magnífica e a ideia do sr. Confúcio... Que profundo!

Por aqui percebo que devemos aprimorar e aprofundar nosso espírito e comportamento perante a vida para poder viver feliz.

Hoje, achei uma placa de objetivo que escrevi nos anos 80. Ai estava minhas orações daquelas épocas. Disse assim:

·        Vitória contra maldades.

·        Felicidade dos membros.

·        Expanção do Kosen-Rufu do Rio de Janeiro.

·        Prosperidade no trabalho.

·        Direcionamento de vida dos filhos.

Olhando agora, os objetivos que foram difíceis de alcançar na época, quase tudo já estão realizados. Que maravilha!  Realmente “Não há oração sem resposta” é a pura realidade.

1º ítem. - Vitória contra maldade. Apesar de que esta luta é para vida inteira, Estamos vencendo não?

2º ítem. – Felicidade dos membros. Muitos e muitos membros estão recebendo os benefícios e estão felizes. Não acham?

3º ítem. – Espanção do Kosen-Rufu do Rio de Janeiro. Está vento em popa não?

4º ítem. – Prosperidade no trabalho. Estou tendo e muito.

5º ítem. – Direcionamento de vida dos filhos. Todos os filhos estão muito bem encaminhados.

Tudo isso, foram graças à orientação do Sensei e da Soka gakkai e por grandioso poder do Gohonzon. Não há palavra para agradecer.

Além dísso tudo, não houve nenhuma doenças nem incidentes na toda a família, e morando na casa própria da família e estamos vivendo plena felicidade de cada momentos.

Agora, Vamos dedicar ainda mais a luta do Kosen-Rufu do Rio de Janeiro.

 

Agosto de 2012.      Eiichi Sago.

 

















Você é feliz?

Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas:

- "Seu marido lhe faz feliz? Ele lhe faz feliz de verdade?"

Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança.
 Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento. Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro "NÃO", daqueles bem redondos!

- "Não, o meu marido não me faz feliz"! (Neste momento o marido já procurava a porta de saída mais próxima).
"Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz". E continuou: "O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista interminável.
Eu decido ser feliz! Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! Se meu emprego é bem remunerado ou não: eu sou feliz! Sou casada mas era feliz quando estava solteira. Eu sou feliz por mim mesma.
As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de "experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria e tristeza”. Quando alguém que eu amo morre, eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza. Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.
Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai.
Amo a vida que tenho mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade. Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve. E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos."
Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade!
SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor.
Peça apenas ao Universo que lhe dê serenidade para aceitar as coisas que você não pode mudar, coragem para modificar aquelas que podem ser mudadas e sabedoria para conseguir reconhecer a diferença que existe entre elas.
Não reflita apenas. Mude! E seja feliz!

 

Janeiro de 2013.          Eiichi Sago.

































 
 
Jóia na lapela.


VOCÊ TEM UMA JÓIA ESCONDIDA E NÃO SABE!
Um homem rico preocupado com seu amigo pobre, costura uma joia de valor inestimável no forro do manto deste, enquanto ele estava dormindo. O amigo rico sai em seguida. Quando o pobre homem acorda. Como ele não tem conhecimento da joia escondida em seu manto vai embora e a carrega em sua jornada continuando com seu grande sofrimento e imerso em sua grande pobreza.

Algum tempo depois os dois homens se reencontram. O homem rico conta a seu amigo sobre a joia que havia costurado no forro de seu manto. O pobre homem se dá conta pela primeira vez que ele possui uma joia de valor inestimável que daria fim a todos os seus sofrimentos e assim fica muito feliz.

É uma das 7 anedotas do Sútra de lótus.
A joia de valor inestimável é uma metáfora para a natureza de Buda. O forro do manto representa as profundezas de nosso ser. Em outras palavras a parábola nos transmite o principio de que o tesouro extremamente nobre da natureza de Buda existe dentro de todos nós. O Sutra de Lótus é um ensinamento que nos chama a despertar para o nosso estado de Buda e levar uma vida transbordante imersa em incontáveis alegrias.

Recitar o NAM-MYOHO-RENGUE KYÔ desperta o estado de Buda, recitar o NAM-MYOHO-RENGUE KYÔ faz com que encontremos em nosso interior a joia de valor inestimável!
  Artigo do sr Fernando Martins.          Dezembro de 2012.          Eiichi Sago.




Bodas de Ouro.   (Texto de sr. Evandir Gioia).

Comemorando bodas de Ouro;
O Rev. Chalfant conta a história de um casal que estava comemorando bodas de ouro.

Como as pessoas mais idosas costumam fazer, o marido respondeu à pergunta com uma história.

 Sua esposa, Sarah, foi à única namorada.

 Ele cresceu em um orfanato e trabalhou muito para conquistar o que desejava.

 Nunca teve tempo para namorar até o dia em que conheceu Sarah.

 Antes que o jovem pudesse refletir, Sarah fez com que ele a pedisse em casamento.

 Depois das promessas feitas no dia da cerimônia nupcial, o pai de Sarah chamou o noivo de lado e entregou-lhe um pequeno presente, dizendo:

 - Dentro deste presente, está tudo o que você necessita saber para ser feliz no casamento!

Nervoso, o jovem noivo rasgou a fita e papel para abrir o presente.

 Dentro da caixa, havia um grande relógio de ouro.

 Ele o pegou com cuidado. Depois de examina-lo atentamente, ele viu no mostrador uma frase que leria, obrigatoriamente, todas as vezes que quisesse saber as horas... palavras que continham o segredo de um casamento feliz:"DIGA ALGUMA COISA BONITA A SARAH!"

 Certo poeta disse:

 A palavra falada é como uma flecha atirada, não volta jamais!

Todos os dias plantamos bênçãos e maldições com os nossos próprios lábios! Palavras tem poder! Poder de ferir, matar e dar vida.

 Se soubéssemos refrear nossos impulsos, se conseguíssemos não nos precipitar quando nos desequilibramos emocionalmente, viveríamos muito melhor.

 Se você planta diariamente palavras negativas em sua vida, em seu trabalho, em seu relacionamento, com certeza colherá misérias...

Pois as palavras que entram pelos ouvidos, vão direto ao coração!

 Na vida, o difícil não é adquirir coisas, mas sim mantê-las.

 Casar é fácil, difícil é permanecer casado.

 Comprar um carro por mais difícil que seja é possível, difícil mesmo é manter os seus custos, e assim por diante.

Para manter um relacionamento conjugal, uma amizade, um emprego, enfim, tudo o que desejamos, é necessário que duas coisas aconteçam:

 Primeira, você deve amar aquilo que queres possuir. Este amor deve ser incondicional.

 Em segundo lugar, você deve "cultivar" este amor.

 Como?

 Plantando belas e doces palavras.

Uma palavra dócil abranda o coração de um tirano!

 Tente fazer como o Rev. Chalfant coloque no relógio, na tela do celular, no Painel do carro, no cabeçalho do caderno da escola, na escrivaninha, ou onde você achar que deve colocar uma frase que estimule que vivifique.

A propaganda é a alma do negócio.

Então faça uma boa propaganda da sua vida, da sua família, trabalho, e as tuas palavras criarão vida!

 Palavras são profecias atiradas no ar...

Conheço famílias inteiras destruídas pela palavra de um pai ou mãe que simplesmente plantavam maldições em suas casas, dizendo:

 “Minhas filhas vão se perder na vida”... Ou este menino é um "capetinha"... e como resultado, acabam por ser!

 Isto não é estória de carochinha é fato verídico!

Texto de sr. Evandir Gioia.      Dezembro de 2012.          Eiichi Sago.

 












Biografia do Eiichi Sago.
 
Eiichi Sago conheceu o Budismo Nitiren, na Soka Gakkai, aos 17 anos, quando ainda morava no Japão. Há exatamente 52 anos, no dia 13 de julho de 1960, ele partia do Japão rumo ao Brasil. Sem dúvida, sua vinda ao país foi de fundamental importância para o Brasil, pois assim ele pode recepcionar o presidente Ikeda em sua histórica primeira viagem pelo mundo, quando fundou a BSGI. Vamos conhecer a “saga” do Sr. Sago, este admirável pioneiro de história incomum.

O texto foi extraído da revista Terceira Civilização nº 404, de abril de 2002. É longo, mas maravilhoso!

O budismo é para ser vivido a cada instante

Órfão de pai aos três anos, Eiichi Sago cresceu numa família composta apenas por ele e sua mãe, Fumi. Proprietária de uma pequena fábrica de alimentos, sua mãe trabalhou muito para suprir a ausência do pai e oferecer-lhe condições de estudo e sustento. Ela era muito religiosa, contudo sua prática consistia em uma grande mistura de seitas budistas como Zen, Nembutsu e outras. Acreditava que todas tinham seu valor e mereciam ser respeitadas. Sago, não concordava com esse tipo de prática e por isso mesmo não seguia nenhuma crença. Ele conheceu o Budismo de Nitiren Daishonin aos dezessete anos, por intermédio de um velho amigo de escola que já era praticante há algum tempo. Num encontro casual pelas ruas de Tóquio, Sago foi convidado pelo amigo a participar de uma reunião. Embora sem muita motivação, acabou aceitando o convite e, no decorrer da atividade, interessou-se por um dos assuntos abordados. “Por meio da prática budista, todos os seus desejos serão concretizados”, essa declaração tocou profundamente o coração de Sago. Então, o amigo lhe propôs que experimentasse a prática à risca durante cem dias para que pudesse perceber as mudanças em sua vida e, principalmente, sentir a força dessa religião.

Sago, aceitou o desafio pensando nas dificuldades pelas quais sua mãe passava para criá-lo. Acreditou ser uma boa oportunidade para conhecer melhor uma religião. Ele queria comprovar a veracidade daquele ensino. Um fato curioso, mas que na época era muito comum, foi que Sago recebeu e consagrou o Gohonzon em 21 de maio de 1956, um dia após seu primeiro contato com o budismo. Seu amigo e apresentador, Matsunosuke Takagi, começou a ensinar-lhe a ler o sutra no dia da consagração e o acompanhou diariamente até que aprendesse a correta prática budista.

Todos os dias pela manhã, antes de ir para o trabalho, Takagi passava na casa de Sago para realizarem juntos o Gongyo de cinco orações. Ele morava a aproximadamente 20km de sua casa e a empresa em que trabalhava ficava a cerca de 35km dali. Apesar dessa distância, ao final do dia, Takagi fazia o mesmo trajeto de volta, passando pela casa de Sago para realizar o Gongyo da noite. Foi com o amigo que Sago aprendeu o espírito da sincera devoção e empenho pela felicidade de outras pessoas. Em nenhum momento ele se esquece desse ensinamento e procura passar às pessoas a importância de cuidar e proteger seus Chakubuku, principalmente no início da prática.

O primeiro objetivo que lançou foi conseguir uma linha telefônica para a fábrica de sua mãe, visando ao incremento dos negócios.

Naquela época, os pedidos de instalação telefônica levavam em média dois anos para serem atendidos. Sago experimentou o primeiro benefício em apenas um mês. A alegria por essa comprovação foi muito maior entre seus companheiros de prática da comunidade que propriamente dele. Em seu coração restava ainda uma certa dúvida, pois até então havia sido condicionado a pensar que a vida consistia simplesmente em receber o bem praticando o bem, e o mal praticando o mal. Então, a aquisição do telefone poderia ter sido um efeito desse princípio, uma coincidência, e não o resultado de suas orações.

Logo no início da prática foi-lhe ensinado a importância da realização do Chakubuku. Buscando uma resposta que fundamentasse a concretização de seu objetivo, Sago começou a falar sobre o budismo a uma funcionária de sua mãe, que reclamava o tempo todo da vida. Mesmo não sabendo explicar muito bem sobre a prática, ele solicitou àquela senhora que iniciasse o quanto antes a recitação do Gongyo e do Daimoku diariamente. Ao ver claramente os benefícios que ela recebeu após o início da prática, Sago finalmente se convenceu de que essa prática produzia resultados concretos e proporcionava uma profunda mudança na vida das pessoas. Aquela senhora tornou-se seu primeiro Chakubuku.

Aos sessenta dias de prática, com benefícios comprovados e um Chakubuku concretizado, Sago decidiu converter sua mãe ao budismo. Essa tarefa não foi difícil porque ela já observava havia algum tempo as mudanças na vida do filho, que sempre fora cético em relação a religiões. Ao ver o filho orando seriamente ela não hesitou em converter-se ao Budismo de Nitiren Daishonin, abandonando todas as outras religiões para tornar-se uma praticante fervorosa.

Quando se converteu ao budismo, Sago estudava música e tinha predileção pelo jazz. Ele trabalhava como músico em casas noturnas. Três meses após sua conversão, durante uma campanha de eleição ao senado, conheceu Masayasu Sadanaga, que alguns anos mais tarde tornou-se o líder da SGI nos Estados Unidos. Ao tomar conhecimento das habilidades musicais de Sago, Masayasu o convidou a ingressar na banda musical masculina da Soka Gakkai.

A primeira impressão de Sago ao chegar ao local onde eram realizados os ensaios da banda foi desoladora. Pensou sinceramente em desistir, pois para ele, que já era músico profissional, a banda lhe pareceu desorganizada e sem nenhuma categoria. Contudo, duas características comuns de seus integrantes o impressionaram profundamente: o sincero desejo de incentivar os companheiros por meio da música e a paixão ilimitada pelo Kossen-rufu. Uma vez aceito o convite, ele começou a se preocupar com o que poderia fazer para desenvolver o nível técnico da banda, mais tarde denominada Ongakutai. Essa luta criou oportunidades para que vivenciasse momentos dourados da história dos primórdios da Soka Gakkai juntamente com seu segundo presidente, Jossei Toda. Como integrante do Ongakutai, Sago gravou em seu coração momentos cruciais da organização como o conflito com as seitas Minobu; o Incidente do Sindicato de Mineradores de Yubari; o Incidente de Osaka, em que o presidente Ikeda foi preso acusado injustamente; a ocasião da Declaração pela Abolição das Armas Nucleares; a histórica cerimônia de 16 de março de 1958 e ainda o falecimento de Jossei Toda, e procurou transmitir, por meio da música, esperança e coragem aos companheiros.

O presidente Toda faleceu dois anos após a conversão de Sago. A perda do mestre foi como se o chão tivesse ruído sob seus pés. “Foi uma dor muito forte, ainda que soubéssemos que havia um sucessor”, relembra Sago.

Ele comenta que após a morte de Toda e mesmo antes de assumir como terceiro presidente da Soka Gakkai, Daisaku Ikeda ouvia todos os dias pela manhã as orientações de seu mestre gravadas em fita com o objetivo de editá-las. Em sua sala na sede da Soka Gakkai atendia de vinte a trinta pessoas para incentivá-las. Em uma ocasião, Sago encontrava-se presente quando o presidente Ikeda perguntou se alguém queria fazer perguntas, e ele se manifestou dizendo: “De que maneira posso usar o jazz em prol do Kossen-rufu?”. De imediato ele respondeu com uma outra pergunta: “O que é o jazz?” Após ser informado de que se tratava de um estilo de música dos negros norte-americanos, o presidente Ikeda disse: “Você deve fazer o que está em seu coração. Então todos os caminhos poderão ser úteis. O mais importante é desbravar corajosamente esse caminho.”

 A partir de então, Sago alimentou o sonho de estudar jazz nos Estados Unidos, berço desse estilo musical. Contudo, nessa época, não era tão fácil sair do Japão. Foi quando soube que dois rapazes não-praticantes haviam conseguido esse feito após terem passado pelo Brasil. A notícia da saga empreendida por esses jovens circulou em alguns veículos de comunicação. Ao ler a matéria, a chama do desejo de realizar seu sonho de ir para os Estados Unidos intensificou-se. Mais do que depressa, contactou os dois rapazes para saber quais procedimentos haviam tomado para poder sair do país. Soube que o governo japonês tinha interesse em patrocinar a saída de parte da população custeando a passagem de ida para países do exterior, pois havia a necessidade de diminuir o número de pessoas devido à crise econômica. Diante desse impasse, sua mãe incentivou-o a ir para o Brasil. Tão logo juntasse algumas economias ele partiria para os Estados Unidos. Sago tem uma profunda gratidão por sua mãe, que o permitiu seguir em busca de seus sonhos, mesmo que ela tivesse de ficar sozinha cuidando de todos os negócios da família.

 Ao transmitir sua decisão ao presidente Ikeda, este também o encorajou, oferecendo-lhe uma caneta de recordação.

Em 13 de julho de 1960, dois meses depois de Daisaku Ikeda ser empossado como terceiro presidente da Soka Gakkai, Sago, então com 20 anos, partia do Porto de Yokohama em um navio com destino ao Brasil. As lembranças desse dia sempre o emocionam, pois todos os membros do Ongakutai foram até o porto para se despedirem dele tocando várias músicas até o navio perder-se de vista. Antes de vir ao Brasil, Sago estudou durante três meses o idioma português. Munido desse conhecimento e da paixão que tinha pela música, chegou ao Porto do Rio de Janeiro em 7 de setembro de 1960. No dia seguinte desembarcou no Porto de Santos, em São Paulo, seu destino final.

 A rua Galvão Bueno no bairro da Liberdade, em São Paulo, serviu de palco para o reencontro de Sago com o budismo. Quando caminhava por ali, encontrou um homem que ostentava o distintivo da Soka Gakkai na lapela do terno. Sem titubear e feliz por ter encontrado um companheiro da fé em um país tão distante de sua terra natal, ele imediatamente o interpelou. Eles se apresentaram e começaram a dialogar alegremente. O homem então colocou-o a par do movimento da Gakkai que estava se iniciando com cerca de vinte membros que moravam em São Paulo e nas regiões próximas. Pouco tempo depois, Sago já participava dos preparativos da primeira visita do presidente Ikeda ao Brasil, prevista para 19 de outubro. Ele não conseguia deixar de pensar que havia algum significado importante em recepcionar seu mestre na terra que havia decidido iniciar uma nova vida.

Durante essa visita, o presidente Ikeda fundou o primeiro distrito fora do Japão — o Distrito Brasil, composto por três comunidades. Na ocasião participaram cerca de 250 membros, todos japoneses, em que a grande maioria não falava o português. Nessa ocasião, Sago foi nomeado como responsável pela Divisão Masculina de Jovens de distrito, dando início a uma árdua luta para visitar os 250 membros que moravam no interior de São Paulo e em outros estados. Após essa histórica visita do presidente Ikeda, Sago refletiu profundamente sobre sua vida e compreendeu que possuía a grande missão de contribuir para a realização do Kossen-rufu do Brasil. A felicidade dos jovens, em sua grande maioria humildes camponeses e lavradores japoneses, tornou-se a preocupação constante de Sago. Com o intuito de corresponder às expectativas e à confiança do mestre e, em respeito à vida desses jovens, Sago, sem nenhum arrependimento, desistiu de ir para os Estados Unidos e fixar-se no Brasil.

 Ao ler, no romance Nova Revolução Humana, de autoria do presidente Ikeda, sobre os episódios que aludiam a essa fase de sua vida, Sago foi incapaz de conter as lágrimas de profunda gratidão ao mestre. Foi como se revivesse cada um dos instantes de luta e de sofrimento ao lado dos companheiros.

 Após dedicar-se por vários anos ao desenvolvimento da BSGI em São Paulo, Sago constituiu família e transferiu-se para o Rio de Janeiro, o qual considera sua segunda terra natal e seu palco de atuação pelo Kossen-rufu.

 Com um sorriso estampado no rosto e sem esconder seu grande orgulho, Sago diz que a BSGI realmente cresceu. Apesar dos constantes elogios que o presidente Ikeda tece ao Brasil, Sago sempre se preocupa e pergunta a si mesmo se está conseguindo ou não contribuir para o Kossen-rufu do país e se está correspondendo ao desejo do mestre. Para ele, o Kossen-rufu do Brasil ainda está no início. “O Kossen-rufu é como uma escalada de uma montanha muito alta e é necessário que haja um esforço constante de avançar firmemente rumo ao seu topo. Para isso, é imprescindível uma prática séria e correta, sem jamais esquecer o objetivo primordial, questionando sempre de que maneira concretizaremos o Kossen-rufu no Brasil”, afirma Sago.

Comumente, as pessoas imaginam que os veteranos na prática da fé, a certa altura da vida, não enfrentam mais grandes problemas. Tendo completado 45 [52] anos de conversão ao budismo, Sago faz questão de frisar que esse tipo de pensamento é totalmente equivocado. “As dificuldades do dia-a-dia sempre me acompanham sem tréguas. Sei que grandes provações e também grandes benefícios ainda estão por vir. Venci muitas barreiras com a realização do Gongyo e do Daimoku diário e com o estudo do budismo. Oro objetivando manter-me inabalável na fé na Lei Mística até o último instante de minha vida. O presidente Ikeda disse certa ocasião que, a exemplo de um avião que decola e precisa aterrissar, todos aqueles que praticam o budismo têm de almejar e atingir a iluminação. Portanto, a iluminação é a meta principal de nossa prática. A cada dia, renovo minha determinação de jamais enfraquecer na fé até o último momento, pois os seres humanos possuem a tendência para a acomodação, a rotina e o enfraquecimento das decisões tomadas outrora”, afirma Sago.

 Mantendo sempre seu espírito juvenil e o bom humor, Sago jamais se deixa abater. Ele sente que atingiu um certo estágio de maturidade e serenidade em relação às questões da vida. Em seu coração não há espaço para o desespero. Atualmente, seu maior desejo é aproveitar cada instante da vida com sabedoria e dignidade. Os cuidados com a saúde para dedicar-se à felicidade de outras pessoas também é uma preocupação sua. “É natural para qualquer ser humano na faixa dos cinqüenta, começar a sentir dores em uma ou em outra parte do corpo. Se alguém depois dessa idade acordar pela manhã e não sentir nada é porque já morreu. Mais cedo ou mais tarde, por mais que não queiramos, a doença chega sorrateiramente. Muitos acham que por sermos budistas não deveríamos passar por isso. Mas a doença é algo inerente à condição de seres humanos. A convicção no Gohonzon é a chave para vencermos todos os tipos de sofrimento. Sobre esse ponto o mestre disse que as pessoas que conseguem manter a alegria e a fé ao enfrentarem a doença e a morte é como um pôr-do-sol majestoso. Esse é o modo de vida mais digno de um praticante budista. Quero que a minha cerimônia de funeral seja num final de semana porque gostaria de rever pela última vez todos aqueles que conheço. Devido aos diversos compromissos e responsabilidades decorrentes da minha função, muitas vezes não tive como comparecer a funerais de companheiros. Então, em um final de semana acredito que todos poderão vir, e vou achar ruim se alguém faltar”, ele diz, em tom de brincadeira.

Por trás dos risos e das brincadeiras, Sago demonstra seriedade em relação à
vida e responsabilidade como um líder.
Viver dignamente em cumprimento da missão de Bodhisattva até o último
momento da vida é a disposição e decisão de Eiichi Sago.

 






















 

 

 

 

 






















 

  

 



 

 





















 
 
 
 
 
 
 

 




Mulheres  extraordináriaeres extraordins.







Últimamente na minha vida, tem aparecidas algumas mulheres  extra- ordinárias.

 

1ª é a Srta. Jessica Cox.  No estado de Massatyusetts, USA.  Uma  menina,  Desde nascência, não tem nem um dos dois braços. Os pais dela nunca lamentou esta realidade muito cruel.  Ela se interessou nos esportes, praticou balet, judou, natação etc. desde pequena.

Quando era adolescente se interessou para ser aviadora. Vencendo as dificuldades uma por uma, aos 26 anos conseguiu o brevê, licença p/ pilotar os aviões.

Ela não depende de ninguém ajudar nada na vida cotidiana, Dirige  os carros comuns (sem acessório p/ paraplégicos), pentear cabelos, fazer maquiagem, até colocar lentes de contato.  Como?  Tudo com os pés.

Disse: “ Só porque tem dificuldade você desistindo seus sonhos, você não vai conseguir nada na sua vida! ”

 

2ª é a Srta.  Bethany Hamilton. Mora na ilha de Hawaii. Uma moça linda com sonho de ser surfista profissional. Já havia ganha 1 º lugar no concurso de surf.

Quando tinha 13 anos da idade, foi mordida por um tubarão de 3 metros  e perdeu seu braço esquerdo inteiro. Uma vez ela desistiu do sonho de  surfista profissional, entretanto pelo amor e apoio dos familiares, partiu em direção aos seus sonhos pela 2ª vez.

Aceitando uma realidade muito cruel, mas, não desiste a realização dos seus sonhos.

Ela disse: “Não sei até quando pode ser surfista profissional, mas, se não tentar até o fim, posso  arrepender mais tarde! “

 

 3ª É a Sra.  Elisângela Barreto.  Do Rio de Janeiro. Encontrei pessoalmente no CCRJ.

Muito bonita, inteligente, decidida.  Estagiária da Justiça do Rio de Janeiro.

Casada com um Senhor funcionário da Justiça do Rio, ele é paraplégico, anda de carrinho de roda. Ela teve infância problemática, por isso entende muito bem as dores das pessoas. Muito solidária.

Recentemente adotou uma menina de 3 anos de origem indígena, por consequência da doença, ela tem paralisia infantil.

Por muitas dificuldades que ela carrega eu estava pásmo, na minha cabeça estava cheia de pontos de interrogações. ???

Entretanto, ela não tinha um pingo de lamentação ou arrependimento.  Ela estava muito bem consciente, senti uma determinação profunda na vida dela.

Apesar de que o marido é praticante, ela não estava praticando ainda, expliquei sobre o budismo de Nitiren Daishonin, Ela disse que vai tentar.

Desejo do fundo do coração, que ela abre o seus caminhos e seja muito feliz com a sua família.

Junho de 2012.   Eiichi Sago. 

 

Meu relato de experiência.

Toda Sensei dizia: ¨Se você pratica muitos anos e continua lutando para o Kossen-Rufu,  você vai ser feliz com toda certeza. Vai chegar o tempo em que se sente feliz só pelo fato de estar vivo! ¨

Por incrível que pareça, é o que está acontecendo comigo todos os dias ultimamente. Aí eu penso: será que estou chegando lá ou está chegando o fim do meu tempo?  Em todo o caso, é uma sensação muito agradável de vida.

Não é porque tenho vida estabilizada, ou tenho família maravilhosa, ou qualquer benefício. Não tenho qualquer motivo aparente e específico, mas, sinto a cada instante uma sensação de felicidade. Parece que está emanando de dentro de mim. Claro que também tenho muitas coisinhas que valem uma comemoração. Mas não é só por causa dessas coisas.  Se insistir em procurar, sim, tenho motivo que pode ser a fonte de tanta alegria.

Há pouco tempo, comecei os encontros periódicos com os jovens do Rio de Janeiro, com o objetivo de resgatar os valores tradicionais da Soka-Gakkai e transferir meus conhecimentos e observações adquiridos ao longo dos anos pelas minhas experiências com bons veteranos e consequentes benefícios que aconteceram na minha vida.

Se meus colegas com quem lutei desde a época dos jovens estiverem tão felizes quanto eu ou mais que eu, fico muito feliz.

Junho de 2012.     Eiichi Sago.

Estamos findando o ano de 2012.  O grupo dos jovens também está chegando no fim, eles cresceram muito, como serão no ano que vem? As minhas expectativas crescem.

Dezembro de 2012.           Eiichi Sago.

 




























Felicidade deste mundo.

 
Minha felicidade desta vida até agora posso dividir em 4 épocas.
1ª é desde que nasci até 17 anos, quando encontrei c/ o Budismo de Nitiren Daishonin. Foi época de aprendizado.  Graças à minha mãe e diversos professores.         
2ª é aprimoramento dentro da Soka Gakkai do Japão. Fui membro bastante assíduo e o treinamento dos meus dirigentes veteranos do Danshibu da época foi algo simplesmente extraordinário.
Principalmente, o Sr. Shigetake Arishima. Líder e fundador do Ongakutai. Pude aprender diversas coisas que são necessárias para uma vida feliz e através de colocar em prática os treinamentos recebidos foram fixados na minha vida.
 3ª é com 20 anos, saí do Japão vim para o Brasil. Foi o período de desenvolvimento. 
Recebi o Sensei pela 1ª vez no Brasil, fui nomeado como 1º líder da div. dos rapazes. Mesmo sem ter experiência da organização e sem o domínio da língua portuguesa, tive que exercer grandes responsabilidades. 
Orei firmemente ao Gohonzon e participei ativamente na luta do Kossen-rufu do Brasil desde o início. Foi época de grandes aprendizados.
 Graças às lutas intensas do período, pude comprovar tudo que aprendi na teoria.
4ª é em 1974, cheguei ao Rio de Janeiro c/ a família. Posso falar que é a época que definitivamente parti ao exercício de beneficiar outros.
Logo fui nomeado como líder do Rio de Janeiro, corri em todo território do Rio de ponta a ponta.  Descobri que existe muita gente que precisa de ajuda, apesar de que possui no seu interior uma força muito grande de viver felizes.
Aos poucos fui despertando para a minha verdadeira missão nesta vida: beneficiar outras vidas com o que aprendi. 
Agora que cheguei à conclusão do que devo fazer, não hesito mais, não perco mais tempo, faço tudo que posso, bem como aquilo que ainda não está ao meu alcance. Em resumo, o fato de estar vivo é a minha felicidade.
Dezembro de 2012.          Eiichi Sago.
 
 
A melhor mãe do mundo e filho.
                                                                                      
                                                                                      


O começo.
Nome dela é Fumi Sago. Nasceu como uma das filhas da família tradicional de Tokyo, Japão.
Estudou na Escola Feminina Superior de Tokyo. E  formou como representante das estudantes.
Conheceu um estudante de intercâmbio  Correano, Kim Key Sang, de família dos nobres da correia.  E casaram após a formatura.
Para evitar preconceito da sociedade japonesa da época, resolveram usar o sobrenome dela que é Sago. Ele era formado de literatura clássica japonesa, e falava 5 linguas, mas, deste casamento teve que dês-herdar da família de bom nível cultural, financeira.  E para sustento da vida dos dois, abriram  um pensionato de estudantes, mas, dificuldades financeiras permanentemente ameaçavam os dois
O filho.
Quando ela era 33 anos, veio 1º filho, colocou nome de Eiichi, significa “Primeira inteligência”, foi o desejo dos dois.
O bebê era bonito e inteligente, mas, a saúde frágil e precária, mesmo assim dava muita alegria à dois.
Quando o marido dela ficou doente e faleceu com 36 anos, as dificuldades da vida da Fumi, multipricaram. Os parentes preocupados, trouxeram alguns candidatos á novo casamento, entretanto Fumi preocupada com futuros relacionamentos entre filho e o novo marido, recusou todos.
Ela dedicou  intensamente ao filho.  Ensinava e treinava para que ele sobrevivesse tornando alguém que seja útil e melhorar o mundo. Começou quando Eiichi ainda tinha 5 anos, mandou viajar de trem, sosinho para o interior do Japão, provincia de Nagano, visitar o parente.
E quando Eiichi brigou com colega da escola, apanhando do menino maior e voltar chorando dava mais bronca, dizendo que "Homem quando briga, não perde. Vá fazer revanche" Eiichi ia de novo, apanhava outra vez.
Durante ao período da guerra, p/ evitar que sejam vítimas do bombardeio, mudaram a Tsunashima, Interior, periferia da cidade de Tokyo.
P/ sustento dos dois, ela cozinhava batata doce, e todo dia levava na costa, a um povoado  5 km de distância, Eiichi já com 8 anos de idade, ficava em casa esperando anciosamente a volta dela, Imaginava que ela tivesse andando cada pedaço da estrada até para casa. Isto tambén fazia parte do treinamento dela de aguentar a solidão e cultivar as imaginações.
A professora da escola primária, observando brilho da inteligência no Eiichi, Recomendou fortemente transferir à escola da cidade.
O jeito que ela arrumou é deixar o filho em casa da amiga dela, para estudar no bairro mais chique do Tokyo,"Bairro de Den em Tyofu.”
Era ótimo treinamento, Eiichi mesmo na escola mais avançada, sempre tirou notas altas e formou o grupo escolar em 1º lugar da turma.
Mais tarde ele avançou no caminho de estudo, “Kouenji Tyuugaku.” e "Koishikawa kougyou kou kou".
Fumi iniciou pequena indústria de fabricação de saladas de batata e macarrão, e havia mudado p/ um bairro de classe média, “Kouenji”.   Finalmente, podemos  morar juntos.  Eiichi trabalhou muito, ajudando a mãe. Também era treinamento da Fumi.
 Na época que ingressar ao colégio, Eiichi pensou: “ Até agora, minha mãe   susttentava nossa  vida sosinha, mas não posso deixar esta situação continuar  para sempre.  Então, decidiu ir à escola técnica, para poder trabalhar mais cedo. O sonho de estudar em faculdade foi deixado de lado. Escola técnica... Mas, qual  delas?
Havia 2 escolas técnicas de boa fama em Tokyo na época, “Kyoubashi Kagaku.” E “Koishikawa  Kougyou” Ai, Eiichi resolveu verificar com os próprios olhos.  Realmente     os treinamentos da mãe começaram surtir os efeitos.
Visitei as duas escolas, entrevistei com os diretores, professores e alunos, perguntando “Qual é o princípio educativo da escola ?” “Como seria processo    educativo no dia a dia ?" “ Qual seria colocação de formandos nos mercados de trabalho?" e etc... Os professores levaram sustos,  nunca tiveram um menino vem  pesquisar as qualidades do colégio, mas, foram carinhosos ao possível  futuro aluno.
Após examinar e verificar minuciosamente, resolveu escolher "Koishikawa kougyou koko." especializada no ramo  eletrônico.
O estudo estava indo vento em poupa, aí assisti um filme, “A história de Glenn Miller” que me impressionou muito, então, decidi aprender tocar “Pistão" e a música de Jazz.
Desta vez também o treinamento deu efeito. Procurei quem tinha fama de melhor pistonista do Japão, Prof. Kitano,  quando tinha 15 anos de idade.
Antes de formar colégio, comecei trabalhar nas boates de Tokyo, tocando Pistão,  então houve  época que, madrugada trabalha fazendo saladas. De dia inteiro estudando na escola, a noite trabalhando nas boates, a vida era muito agitada, mas,   estava  muito  divertida.
Conversão.
Um dia, o colega da escola foi convidado à reunião de chakubuku, fui junto com ele por curiosidade, Gostei do conceito que foi explicado na reunião, resolvi converter      tomando decisão na hora.
O   treinamento estava funcionando, mas, colega que foi convidado, não resolveu.
Minha mãe levou maior susto, filho que ela achava   que era atéu, começou fazer orações de manhã e noite, 2 horas de duração cada vez  Então, ficou observando atentamente.
Após 60 dias, quando já tinha convicção suficiente que encontrei o caminho certo, convidei-a.   Sem maiores problemas, ela iniciou a prática comigo.  Encaminhando a mãe para o budismo, acho que deu para retribuir uma parte  dos treinamentos que me deu sucessivamente.
                                                                                                                                                            Logo que convertera, ela tornou uma praticante entusiasmada e assídua. Não demorou muito, tornou melhores hantan do Tku Too yoko do Shibu Kamata.  Como benefício inicial, telefone de plano de expanção foi instalado antes do tempo. Nossos negócios melhoraram muito. já podia comprar um caminhonete, aumentar quantidade dos empregados, ampliou nossa freguesia, sentimos grandes forças do benefícios do gohonzon, na mudanças da realidade do nosso redor. Na época, eu era vice taityo do único ongakutai do mundo, acessorando o sr. Shigetake Arishima Taityo, admirável e inesquecível Senpai.
E minha mãe trabalhando como dona da fabriqueta, praticando juntos, passamos dias muito felizes. Logo após o falecimento do Toda sensei... comecei pensar muito no estudo d música, Jazz... Estudar jazz no Japão é uma coisa muito limitada, Jazz teve sua origem entre os negros americanos. um prendiz, por mais que fizesse, não poderia transpor esta barreira. Eu tinha que ir aos Estados Unidos da América.
Fui receber a orientação na sede, gabinete do Ikeda sensei. Na época, Soka Gakkai era  ainda pequena, isso era possível. Aquí também treinamento de sociabilidade funcionou.
Sensei me deu calorosas orientações e incentivos, resolveu minhas dúvidas de "Que caminho tomar ?" Dedicando na luta do Kosen-Rufu, com certeza, pode entrar no caminho certo e chegar ao objetivo final, automáticamente.
Resolvido as dúvidas e questões básicas, só falta executar o plano tornar realidade. Fui pedir a permissão à minha mãe de ausentar o Japão. A resposta veio na hora "Sim" com condição de nunca fazer taiten. O plano era via Brasil, trabalhando e juntando dinheiro de passagem, chegar à Nova York.
Com ao torcida da DMJ. Passei por cima de todos os obstáculos, embarquei no porto de Yokohama no dia 13/07/1960. Com Ongakutai tocando no cais do porto, na partida do navio, SS Ruiz, festejando meus novos desafios. Cenário dígno de um cinema, muito emocionante... Foi no início de verão de 20 anos de idade. Era um dos maiores frutos de treinamento feito de mãe para filho, sem dúvida.
Após 58 dias de viagem, cheguei ao porto do Rio de Janeiro, no dia 07/09/1960.

1ª visita do sensei no Brasil.
Sensei e comitiva chegaram em São Paulo no dia 19/10/1960. No dia seguinte, foi fundaddo 1º Distrito fora do Japão, Distrito Nanbei(América do Sul. mais tarde mudou o nome para Brasil.)  Eu nomeado 1º Butyo da DMJ.
Depois, recebemos o sensei em 1966. Eu retornei ao Japão em 1967. Conforme havia prometido antes de sair do Japão, no 7º aniversário funeral do Toda sensei.
A minha mãe, com boa sorte cumulada por luta do Kosen-Rufu e proteção do gohonzon, os negócios delas estavam progredindos ainda mais, entretanto, como nós somos só os dois no mundo, para que vivemos separados tão distantes ?  Ela resolveu vir para o Brasil junto comigo. Morando no bairro de Vila Mariana, São Paulo, perto do 1º kaikan do Brasil. Ela começou as lutas do Kosen-Rufu do Brasil.
Morando no Bairro de Vila Mariana, São Paulo, perto de 1º kaikan do Brasil, ela começou a luta do Kosen-Rufu do Brasil, com a força e dedicação ainda maior do que quando estava no Japão, sem entender nenhua palavra em portugues, ia todos os dias à cidade de Santo André, uma cidade visinha de São Paulo.
 
Com ajuda do jovem Katayama como intérprete, dialogando com as pessoas, construindo a base da organização daquela cidade e tornou como uma das fundadoras da organização de Santo André.  Até hoje, tem gente que lembra dela com muitas saudades.
Ela participava todas as reuniões que podia participar, seja dos outros níveis, seja das outras divisões, como não era necessário trabalhar, o trabalho dela eram participar das atividades da organização. As assiduidades dela era algo de extra-ordinárias. 
Um dia ela disse, "Que tal, aquela moça ?", era Kutyo(Grupotyo) da DFJ. Srta. Elza Teruco Honda. Para quem verificou antes de escolher escolas, professores, e porção de outras coisas, escolher futura esposa, claro que fiz uma pesquisa detalhada, fui perguntar aos senpais delas da organização, Irmãs delas. "Como é a postura da fé ?""Qual é o comportamento cotidiano ?""Defeitos e virtudes ?" etc... Por isso, não teno nada a reclamar mais tarde.
Depois das minhas pesquisas, aceitei dizendo que "Se a minha mãe que recomenda, para mim tá tudo bem". Aí visitamos à casa dela, solicitamos namoro com ela. 6 meses depois estávamos casando.
2 anos mais tarde, veio 1º filho, Alberto Itiro. Lindo, esperto. Ele cresceu forte e inteligente. Mais tarde exerceu função do líder do Taiyo Ongakutai-Rio e Danshibutyo do Rio de Janeiro.
Depois do nascimento do 2º filho, Andrea Miki, geniosa e decidida, saúde da Fumi, já estava precária piorou, teve derrame e 2 anos mais tarde veio a falecer, calma e tranquila sem sofrer nada.
Depois nasceu mais uma filha, Angela Maki, Sorridente, carinhsa. Depois de crescer tornou líder da Nova Era Kotekitai-Rio e foi Joshibutyo do Rio de Janeiro. Já está na DF. Tornou advogada. Tem noivo muito bom, e vai casar no 2013.
Tenho um neto, chama se Ricardo Kouiti, 10 anos. Muito levado, a mãe que herdou da avó o DNA de educar e treinar o filho, está lutando com o filho que não é muito obediênte. eles estão em São Paulo, ricardo frequênta  Colégio Soka e tá crescendo forte e saudável.

Recado para mãe.
Mãe, essa turma que começou com a senhora, e a senhora lutou muito, cresceram e expandiram, estão progredindo cada vez mais. Tudo foi graças a senhora, e seus esforços e dedicações. Estamos muito gratos e contentes. Para mim, a senhora é a melhor mãe do mundo. E eu sou o filho mais feliz do mundo.

E aí, como é que a senhora está ? descansando tranquila ?  Não. Deve estar retornando neste mundo rápidinha, perto do sensei e participando à luta do Kosen-Rufu intensamente como antes, Não é ? Pelo que eu conheço a senhora, só podia estar nisso...

Sinto uma enorme saudade e gratidão pela senhora, qualquer dia, vamos nós reencontrar e trocar as idéias e acertar as fofocas como nos tempos antigos, vamos ?     FIM.
Estou publicando este artigo em homenagem à Fumi Sago e todas as mães do mundo.           Eiichi.
 
























Prédio, Sunshine City.

 

Quando você estiver sem vontade de fazer gongyo ou daimoku, pegue o trem para Tóquio que vai até o centro e procure pelo prédio “Sunshine City”, perto da estação “Ikebukuro”. Ele foi construído por alguém que não falhou nem no gongyo nem no daimoku por 30 anos.


Era uma vez um homem que estava completamente deprimido e que resolvera cometer suicídio. Ele tinha dívidas até as orelhas, sua esposa era cega e seus filhos tinham problemas. Mas antes de decidir morrer, esse homem queria comer seu último prato preferido – um guisado de legumes chamado “oden”.


Enquanto andava pela cidade durante à noite procurando um restaurante, ele percebeu um brilho especial de lanternas que vinha de um local na esquina. Havia várias pessoas na frente do lugar e ele pensou: “Ah! Um restaurante!”. Ele entrou depressa no local e foi de encontro à luz.


Assim que entrou e foi em direção às pessoas, ele percebeu que havia cometido um engano. Era uma reunião. Quando perguntou a alguém perto sobre do que se tratava, foi-lhe dito que o palestrante era o Sr. Toda.


Depois de escutar, o homem perguntou ao Sr. Toda: “Se esse Nam-myoho-rengue-kyo é tão poderoso, meus problemas serão resolvidos? Minha mulher voltará a enxergar? Os problemas de meus filhos serão solucionados?”.


O Sr. Toda respondeu: “Não seja ridículo! Se tudo que o Nam-myoho-rengue-kyo fizesse fosse resolver coisas tão pequenas como essas, eu não estaria aqui! Seus problemas financeiros serão resolvidos! Sua esposa voltará a enxergar! E os problemas de seus filhos serão resolvidos! Não apenas isso, você se tornará um homem rico! Você construirá um prédio tão alto que olhará de baixo para os aviões! Faça o gongyo de manhã e à noite e recite o daimoku todos os dias!”.

Não porque o homem tenha acreditado em alguma coisa do que lhe foi dito, mas sim pelo fato de ter ficado perplexo com a poderosa convicção do Sr. Toda, ele começou a praticar. Apesar de ser bastante difícil no início, ele seguiu corajosamente as instruções do Sr. Toda. Ele não falhou no gongyo. Ele fez o gongyo da manhã e da noite e recitou daimoku por 1h30 todos os dias.

Logicamente, os resultados começaram a aparecer. Seus problemas financeiros foram resolvidos. Sua esposa não era mais cega. Seus filhos não tinham mais problemas. O homem até se tornou o presidente da companhia em que trabalhava apesar de não ter tanta instrução quanto os seus colegas. Ele se tornou rico. Seus filhos tornaram-se ativos na Divisão dos Jovens. As coisas superaram suas expectativas.


Quando fez 30 anos de prática, ele estava no topo do prédio que havia construído, imerso em lágrimas. O homem estava no topo de um arranha-céu que ele mesmo havia construído, “Tudo tornou-se realidade! Este prédio olha mesmo para baixo para ver os aviões! Depois de 30 anos... Obrigado Sensei! Obrigado Soka Gakkai!”.


Não muito tempo depois, o homem veio a falecer depois dos 80 anos, deixando como legado uma prática de consistência. Mas antes de morrer, ele sempre apontava para o arranha-céu e dizia: “Isto mostra o poder do daimoku! Estou aqui para dizer isso. Então, por favor, faça o gongyo da manhã e da noite e recite daimoku”.


Então quando não sentir vontade de fazer gongyo ou daimoku, dê uma olhada no prédio Sunshine... Ele ainda está lá.


Obs.: O prédio Sunshine é bastante conhecido e já foi o prédio mais alto de Tóquio. Há de tudo dentro dele: restaurantes, escritórios, lojas de departamentos e até mesmo um planetário e um aquário. O prédio Sunshine foi construído no lugar onde era a Prisão Suginamo, onde o Sr. Makiguti e o Sr. Toda ficaram presos durante a perseguição da 2ª Guerra.

Artigo do sr. Evandir Gioia.

Dezembro de 2012.          Eiichi Sago.
 

 
 
 
 
 
 



 

  
"...Enquanto muitas que dizem ser "mães" abandonam seus filhos em lixeiras....
       
 
 
MÃE É MÃE, QUANDO RACIONAL OU IRRACIONAL, EM QUALQUER REINO, ANIMAL, O AMOR PELO FILHO SUPERA A CORAGEM !!!
 
 
 
Outros membros da tentativa de orgulho para resgatar o filhote, mas param de tentar quando eles percebem que é muito íngreme.
 
 
 
Assim como o filhote está esgotado parece prestes a cair, aos círculos
de sua mãe debaixo dele e ele é arrebatado em sua mandíbula, de acordo com o
Daily Mail. Ela então começa a difícil jornada de volta para o topo.
 
 
São e salvo, a leoa dá ao filhote um grande bem-vindos de volta a
lamber.

 

 

 

 

 

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